O Novo Luxo

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Agora, em diferentes cenários, políticos, econômicos, científicos, percebemos que a verdade real tornou-se a estrela do cenário mundial, pois a autenticidade intensifica uma  gestão genuína, a liderança não fabricada. Essa forte, evidente e marcante subjetividade ajuda a criar um ambiente orgânico de aproximação, que já começa no virtual, na percepção da mensagem de valor transmitida, na aquisição das informações, cuja conexão se concretiza na entrega. Toda esse percurso extra sensorial se tornou essencial para o relacionamento empresa-cliente, que é o cerne das vendas, que inclusive podem ser automatizadas sim, via scan, QR code, pop-us, auto-vendas, auto-serviço, robôs, mas sem jamais perder a nostalgia do contato, recém promovida ao pacote dourado que promove e acende o humano à sensação de exclusividade, tornando memorável e repercutido o momento vivenciado. Onde encontrar tal riqueza romantizada nos negócios? Em cada novo espaço, nova esquina, cada nova troca de sorriso não só solidário, mas recompensador por ter sobrevivido e se reconstruído, enlevado pela memória empresarial daqueles que atravessaram o mar do desespero econômico. Expurgar o medo, é um grande atributo em terra de valentes, sejam sardinhas ou tubarões. Curar o seu negócio requer mexer em seu DNA gestor e te deixar pronto para o futuro que o mundo projetou mas que já passou (sem aviso prévio) e se redesenhou para a “nova gente”, que requer fazer de uma marca, não mais a sua bandeira, mas o seu espelho, e coletivo, que alimenta e capacita o próximo mais próximo possível (seu colaborador ou ex-concorrente). Fazendo esse simples exercício, já terá valido a pena tudo isso, para finalmente aprendermos a ver o humano, sentir o tato, que de fato, sempre esteve perto de nós e antes não o percebemos tão claro assim. Pequenos negócios ou conglomerados corporativos, adotando o simples, reutilizando, farão a vida mais respirável para quem ainda está aqui, e que deixou de partir para pegar o próximo trem. Num global híbrido, resgatar e manter suas essências é ser performaticamente excelente, respeitando as adversas às suas. Nesta era que se chama hoje, nosso universo dessemelhante faz da humildade um diamante, do compartilhar espontâneo a qualquer tempo e modo, a sua atual roupa profissional, e da compaixão o glossário presente de quem aprendeu que viver é entender. Enquadrar no mesmo espaço a personagem mãe-executiva-do-lar-investidora do amor, é objeto de estudo para muitas décadas, onde o confinamento para uns salvou, para outros exterminou casamentos e famílias, num fenômeno silencioso, que mitigou um número sensível de seres que já respirava por aparelhos fazia tempo, mas o último fôlego lhes foi tirado da alma, do carinho, do querer, do abraçar, do se aconchegar, que nós trabalhadores precisamos para refazer o banco de dados emocionais para repor nossas forças de conquista. E passado tudo isso, talvez nas novas auto-recompensas, comprar menos para usar mais, reusar, emprestar, alugar, circular, sustentar, experimentar o escambo, praticar a coerência do momento, pesquisar impostos e política, requalificar como isso interfere em cada transação de nossos números pessoais também, reeducar a mente de consumo, mantendo o belo e o fino sim mas sem reforçar que quem compra tem, pois nem sempre quem usa é. Então ter cuidado dobrado, pois o que usamos ganhou uma nova interpretação. Seja o uso do conhecimento obtido, que acelera o resultado rápido mas eficiente – afinal o mais caro do retrabalho é fragilizar o sentimento construído desde a produção-, ou sejam coisas descompassadas e não mais condizentes com o propósito de vida reformulado. O novo pensar do mercado de luxo que conversa com animais, idades, cidades, conceitos, numa linguagem responsiva de momento, convertendo mais por promoção de nicho, porque consumidores percebem quem se deu ao trabalho de conhecê-los. Guetos querem ser compreendidos mas não de todo, para manter o mistério de sua criação. Conhecemos isso de dentro pois a opinião dos nossos amados (novos ou velhos – “guetos conhecidos”) impacta mais na decisão de compra mais do que a lógica do custo-benefício do prata ou do bronze, isto para quem tem o conceito de que caro é o convívio. Celebrar com requinte vai requerer ser comedido, com riqueza realista emoldurada por lembranças mais terrenamente conscientes, seja da viagem, do sofá, do vinho, da conveniência, do desenho, do brilho, do seriado, ou qualquer outro desejo consumido, conquistado, apreciado, acompanha agora um conjunto de percepções previstos por um real bom gestor que captou que a vida, é gente.

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