Cristo está mesmo nas empresas?

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Ou melhor, se algum dia esteve, quando foi mesmo que Cristo entrou nas empresas? Na verdade, delas, Cristo Jesus, o Salvador, o Messias, jamais deveria ter saído, mas a auto-suficiência promovida pela vaidade do saber do homem, “desconvidou” Jesus a participar de seu trabalho diário.

Pergunta: suas recentes e crescentes automações fizeram o homem pensar ser insuperável em estratégias e táticas, a tal ponto de excluir Deus de seus negócios? Alguns até pensam, ok, Pai, sou muito grato por me ensinar mas não preciso mais de você, obrigado mesmo mas eu dou conta sozinho de agora em diante.

Seria isso possível? É apenas uma interrogação, entre tantas outras, para tentar achar os porquês da humanidade “se achar” capaz de tudo, sendo que pelo histórico evolutivo-involutivo vemos que este ser está cada vez mais “perdido”. Seria cegueira? Inconsciência celestial coletiva? Seria por se achar fraco aos olhos dos demais, caso reconhecesse sua necessidade básica por Deus, até mesmo para respirar, quanto mais para engajar, se relacionar, construir, conquistar e prosperar.

Enfim, são tantas as indagações nesse tópico para entender onde o humano começou a se distanciar de Deus (desde lá do Éden, foi Ele, ao desobedecer que se distanciou de Deus, e não o contrário, pois Deus sempre quer a nossa companhia, a todo tempo, pois para isso nos criou, para fazer parte de nossa vida e de muito mais de seu trabalho, onde ele pensa ser o rei absoluto, um ás de excelência e perfeição, auto mutável, de tão sagaz que é – bem, assim lhe parece, que fica o convite para mergulhos mais profundos atrás desta resposta, pois, como sabemos, a raiz revela a origem.

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